A tecnologia da marca da besta já existe

A notícia publicada aqui no site em 1 de dezembro de 2003 mostra uma matéria do jornal "O Estado de São Paulo" que divulga a tecnologia de implantação de chips por baixo da pele.

A implantação de chips por baixo da pele para caráter de identificação ou tratamento médico já é uma realidade. Hoje, vários países adotam a implantação de biochips em animais de estimação para posterior identificação em caso de extravio. O chip é implantado sob a pele do animal e, ao se passar um scanner infravermelho sobre a pele, no local onde o chip foi implantado, a informação do chip é lida, imediatamente identificando pedigree, nome e endereço dos donos etc.

Há pouco mais de 15 anos, tal tecnologia simplesmente ainda não era possível. O que queremos chamar a atenção dos leitores é que, se antes esta profecia de Apocalipse não podia ser concretizada, hoje já poderia ser perfeitamente cumprida.

O número 666 - o código de barras

João especifica categoricamente em Apocalipse 13:18 que o número 666 é a marca da besta. O que tem de tão especial neste número? É o que explicaremos a seguir.

Vejamos a figura abaixo. Ela representa o funcionamento do código de barras que usamos atualmente para identificação de produtos:

As barras em vermelho representam três delimitadores para o código de barras, sendo (da esquerda para a direita) um no começo, outro no meio e outro no final do código. Quando o scanner de infravermelho passa sobre este código, é através destes três delimitadores que o scanner detecta o começo, meio e fim do número de identificação que o código representa.

Olhando agora para as outras barras em preto, verificamos que elas representam os números correspondentes ao código de identificação de cada produto. Cada número é representado por barras mais grossas ou mais finas. As barras que representam o número 6 são as de mesmo tipo (finas) que representam os três delimitadores em vermeho. Por isto, como são três delimitadores, vemos que eles formam 6-6-6 no código de barras.

Se as barras conseguem identificar a unicidade de um produto, não há nada que impeça as mesmas de identificar a unicidade de cada ser humano que habitará a terra no período de Tribulação.

Portanto, a tecnologia da marca da besta já existe. Empresas como a Applied Digital também já testam a implantação de chips na mão de pessoas para substituição do atual cartão de crédito. Surpreendente, não? Será somente coincidência? Com certeza, não.

 

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