Notícia do jornal "O Estado de São Paulo" de 17 de maio de 2004

Bolsa da Índia tem maior queda em seus 129 anos

http://www.estadao.com.br/economia/noticias/2004/mai/17/32.htm

Mumbai - A Bolsa da Índia registrou a maior queda de seus 129 anos de história nessa segunda-feira, com o índice Sensex cedendo 564,71 pontos (11%), para 4.505,16 pontos. Na sexta-feira, esse índice já tinha perdido 6,1%. Ao longo do dia, o índice chegou a cair a 4.227,50 pontos e a direção da bolsa paralisou as operações em dois momentos para um período de esfriamento, depois que o Sensex sinalizou perdas que excederam o limite de 15%. Os temores incessantes de que o novo governo e seus aliados de esquerda deverão desacelerar as reformas econômicas do país, particularmente, os processos de privatização levaram os investidores a ampliarem as vendas de ações nesse mercado.

Esses temores têm minado o interesse de compras no mercado local desde a semana passada, mas o nervosismo de intensificou hoje. "Foi um caos total", afirmou o operador-chefe do IDBI Capital Markets, G.K. Shenoy. O índice de papéis do setor público, que agrupa 47 ativos de companhias estatais, caiu 13%, puxado pela Hindustan Petroleum, que caiu 6% e pela Bharat Petroleum, que cedeu 5%.

O governo anterior, formado pela Aliança Democrática Nacional, havia prometido vender participações grandes nessas refinarias, mas agora é pouco provável que essas promessas sejam mantidas, já que o novo governo, liderado pelo Congresso, se opõe à venda de ativos de empresas lucrativas.

"Havia muito apetite pelas companhias estatatais na lista de ´privatizáveis´. Mas declarações confusas do Congresso e de partidos aliados abalaram a aritmética dos investidores", disse o chefe de pesquisa do K.R. Choksey Shares, Jigar Shah.

Os bancos também foram punidos por vendas, com o esvaziamento das esperanças de que a participação do governo nos bancos estatais seria reduzida de 51% para 33%, como era o plano do governo anterior.

Comentário:

A economia mundial está em crise como nunca houve na história, cumprindo exatamente o que está profetizado em Tiago 5:1-6 (clique aqui em economia mundial em crise  para mais detalhes da profecia):

"Eia agora, vós ricos, chorai e pranteai, por causa das desgraças que vos sobrevirão. As vossas riquezas estão apodrecidas, e as vossas vestes estão roídas pela traça. O vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados; e a sua ferrugem dará testemunho contra vós, e devorará as vossas carnes como fogo. Entesourastes para os últimos dias. Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos. Deliciosamente vivestes sobre a terra, e vos deleitastes; cevastes os vossos corações no dia da matança. Condenastes e matastes o justo; ele não vos resiste."

Veja que economias como a da Índia, antes inexpressivas, agora também fazem parte de uma economia global. Qualquer reflexo de uma economia de um país afeta a do outro. Nunca na história isto aconteceu. Somente nos últimos 10 anos estes fatos começaram a acontecer. À luz da Bíblia, posso afirmar com 100% de acerto de que a economia mundial em crise não é uma turbulência temporária e que depois tudo voltará ao normal.

Volto a lembrar que a Bíblia afirma o seguinte: durante a Tribulação, a economia será unificada nas mãos do anticristo, o qual controlará o que cada um compra e vende através da marca da besta. Percebam que a tendência do cenário econômico atual é convergir para uma única economia.

Mais uma vez, as profecias do fim dos tempos estão se cumprindo.

A Paz do Senhor a todos! A Paz do Senhor a todos!

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