Notícia do jornal "O Estado de São Paulo" de 12 de setembro de 2005

http://www.estadao.com.br/internacional/noticias/2005/set/12/9.htm

Palestinos comemoram saída de Israel da Faixa de Gaza

Gaza - Milhares de palestinos comemoraram no começo da manhã desta segunda-feira a saída das tropas de Israel da Faixa de Gaza, com tiros para o ar e balançando bandeiras palestinas. O último tanque de Israel abandonou a Faixa de Gaza hoje, encerrando uma ocupação de mais de 38 anos do território palestino. Os 360 quilômetros quadrados do território de Gaza, onde vivem 1,4 milhão de palestinos, está sob o controle exclusivo da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e de suas forças de segurança. Após a retirada israelense, uma multidão palestina invadiu as ruínas dos assentamentos judaicos de Morag, Netzarim, Neve Dekalim e Kfar Darom e incendiou pelo menos quatro sinagogas e destruiu com martelos os restos que ficaram de pé, desalojados em agosto.

A evacuação das últimas tropas de ocupação israelense começou após os tanques receberem a ordem de retirada, às três da madrugada, e durou menos de quatro horas. As colunas dos veículos blindados saíram por várias passagens fronteiriças de Gaza com o território israelense, a última delas pela passagem de Abu Holi, denominada Kisufim pelos israelenses que puseram fim a uma ocupação de mais de 38 anos. O último militar judeu que saiu do território ocupado e fechou o portão fronteiriço de Kisufim, foi o comandante da Divisão de Gaza, brigadeiro general Aviv Kojavi, que entregou o comando ao chefe das forças de segurança palestina, general Suleiman Fies. O presidente da ANP, Mahmoud Abbas, disse na Cidade de Gaza que "este é um primeiro passo para a libertação de todos os territórios ocupados", e acrescentou que "é um dia de alegria e vitória mas ainda faltam muitos outros passos".

"A permanência de Israel em Gaza foi um erro histórico", reconheceu esta manhã o veterano líder trabalhista Shimon Peres. "Mas estou orgulhoso que tenhamos tido a força necessária para sairmos", acrescentou.

Comentário: (clique sobre os textos em destaque para mais informações)

Cumpriu-se mais um passo para a formação do Estado Palestino, inicialmente marcado ainda para 2005. Apesar dos sorrisos do lado palestino e da tristeza do lado judeu, os conflitos não parecem parar por conta da retirada dos colonos judeus da faixa de Gaza.

A Bíblia prevê que somente o anticristo é quem promoverá a paz (na realidade uma falsa paz), assinando um acordo com Israel por sete anos, iniciando a Tribulação:

  • Daniel 9:27
    "Este rei fará um acordo com o povo, de sete anos; mas depois de decorrer metade desse tempo, denunciará o tratado e proibirá os judeus de fazerem qualquer sacrifício ou oferta; posteriormente, como cúmulo das suas terríveis acções, o inimigo profanará completamente o santuário de Deus. Mas quando chegar o tempo determinado nos planos de Deus, o julgamento do Senhor será derramado sobre esse assolador visão de Daniel de um homem."

Soube-se que o falecido líder palestino Yasser Arafat tentou assinar o tal acordo de paz, mas morreu antes disto. Deus não permitiu a assinatura do acordo, confirmando a profecia bíblica sobre Daniel 9:27 (Por favor, não estamos dizendo que Deus matou Arafat para impedir o acordo antes do tempo - o líder palestino apenas morreu antes e o acordo não se concretizou ainda. É só isto que queremos enfatizar).

Deus precisa que oremos por Israel, irmãos. É nossa obrigação como cristãos. Orem pelos judeus e pelos palestinos.

Fiquemos atentos e firmes em Cristo, pois o cenário mundial já está formado para a aparição do anticristo no cenário político mundial. Significa que o Arrebatamento pode estar bem próximo de acontecer, pois segundo a Palavra de Deus, a Tribulação vem DEPOIS do Arrebatamento.

Estude a respeito dos sinais do final dos tempos clicando aqui.

A Paz do Senhor a Todos!

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