Notícia do jornal "O Estado de São Paulo" de 11 de janeiro de 2006

http://www.estadao.com.br/internacional/noticias/2006/jan/10/104.htm

EUA e Europa criticam retomada de programa nuclear do Irã

Teerã - Críticas à política nuclear do Irã vêm de todos os lados, depois que o país retirou os lacres de proteção do centro de pesquisas nucleares de Natanz. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Teerã planeja conduzir um programa de enriquecimento de urânio em pequena escala. O governo dos EUA tem certeza de que o Irã tem pretensões militares, e propõe levar o caso ao Conselho de Segurança da ONU. O Ministro do Exterior da Alemanha diz que futuras negociações com o Irã podem ser comprometidas.

Jack Straw, Secretário do Exterior do Reino Unido, diz que "a comunidade mundial está ficando sem paciência" com as ações do Irã. "Não há uma boa razão para que o Irã tenha dado esse passo se suas intenções fossem realmente pacíficas", diz Straw. O Presidente da França, Jacques Chirac, alertou que o Irã cometeria um sério erro se ignorasse a comunidade internacional, com relação ao seu programa nuclear.

O Ministro do Exterior alemão, Frank-Walter Steinmeier, avisou que com este passo Teerã tinha "cruzado uma linha, e sabe que não ficará sem conseqüências". Em Viena, o principal representante dos EUA na AIEA, Gregory L. Schulte, disse que abrindo os lacres, Irã estaria mostrando o "desdém pelas preocupações internacionais e a rejeição da diplomacia mundial". Numa declaração, o Ministro Exterior do Japão disse que a ação não condiz com "as preocupações da comunidade internacional. O Japão demanda que o Irã cesse, imediatamente, a continuação das pesquisas e atividades desenvolvidas".

O Ocidente vem pressionando o Irã a parar de enriquecer urânio, mas o Teerã se recusa, insistindo que tem o direito de desenvolver o ciclo completo do combustível nuclear. Os europeus propuseram que as atividades de enriquecimento fossem conduzidas na Rússia, para garantir que os materiais não fossem utilizados para fins militares.

O Ministro do Exterior da Rússia, Sergey Lavrov, disse que seu país estava "preocupado" com a continuação das pesquisas "ao contrário da moratória que foi concebida entre Irã e os países europeus". Ele falou que a Rússia, aliada de longa data do Irã, está trabalhando para manter o congelamento das pesquisas nucleares no Teerã, até que o acordo de enriquecimento entre os dois países seja firmado.

Comentário: (clique sobre os textos em destaque para mais informações)

As atividades nucleares do Irã despertam a preocupação mundial. Por que o Irã, em menos de 2 anos, resolve investir em armamento e energia atômica? A notícia acima confirma a aliança entre a Rússia e o Irã. Desta maneira, a profecia de Ezequiel 38:2-6 começa realmente a tomar forma e dá indícios de que vai se cumprir em breve. Ezequiel 38:2-6 afirma que Gogue, Magogue e seus aliados tentarão uma invasão a Israel no final dos tempos:

"Filho do homem, dirige o teu rosto contra Gogue, terra de Magogue, príncipe e chefe de Meseque, e Tubal, e profetiza contra ele. E dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu sou contra ti, ó Gogue, príncipe e chefe de Meseque e de Tubal. E te farei voltar, e porei anzóis nos teus queixos, e te levarei a ti, com todo o teu exército, cavalos e cavaleiros, todos vestidos com primor, grande multidão, com escudo e rodela, manejando todos a espada. Persas, etíopes, e os de Pute com eles, todos com escudo e capacete Gômer e todas as suas tropas; a casa de Togarma, do extremo norte, e todas as suas tropas, muitos povos contigo."

Segundo os historiadores, estes povos correpondem a:

Gogue e Magogue: Rússia
Persas: Países Árabes
Etíopes: Etiópia
Pute: Líbia

Gômer e Togarma: Turquia e Irã, pois estes povos correspondem aos territórios destes destes dois atuais países

A Bíblia cita que a Rússia lidera esta aliança contra Israel. Curiosamente, a Rússia diz que não apóia mas ao mesmo tempo diz que "não pode fazer nada" para retardar o avanço do programa de armas nucleares do Irã (veja a notícia de 01/03/2005 para detalhes, logo abaixo). Todo armamento bélico líbio foi fornecido pela extinta União Soviética e até hoje, a atual Rússia mantém alianças militares com este país. São provas que denunciam a existência da aliança que a Bíblia cita nos versículos acima.

Fiquemos atentos aos acontecimentos a serem desenrolados na Terra Santa. Em Ezequiel 38 e 39, o Senhor protegerá Israel de maneira sobrenatural no momento da invasão por parte destes países. Deus interceptará os invasores e os humilhará.

Queremos deixar claro que não temos nada contra o povo iraniano, líbio ou qualquer outro povo de origem árabe ou russa. Estamos nos referindo aqui a governos, líderes, manobras políticas vindas de governantes, e não ao povo em geral. Nosso papel é alertar para o cumprimento das profecias bíblicas.

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A Paz do Senhor a Todos!

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