Notícia do jornal "O Estado de São Paulo" de 26 de abril de 2007

http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2007/abr/26/216.htm

Banco do Japão injeta US$ 5 bilhões no mercado

A avaliação é de economistas que acompanharam integração monetária na Europa

TÓQUIO - O Banco do Japão (banco central do país) injetou nesta segunda-feira US$ 5 bilhões (600 bilhões de ienes) em uma operação a mercado aberto e para o mesmo dia, a segunda intervenção do tipo em dois dias úteis consecutivos, informou a agência de notícias "Kyodo".

Na sexta-feira (10), o banco disponibilizou US$ 8,5 bilhões (1 trilhão de ienes) ao mercado como resposta às quedas das bolsas de valores generalizadas na primeira ação coordenada com o Federal Reserve (Fed, o BC americano) e o BCE (Banco Central Europeu) desde setembro de 2001.

Na semana passada, os bancos centrais do Japão, da Austrália, o BCE e o Fed injetaram dinheiro nos sistemas bancários dos respectivos países para garantir a liquidez das instituições.

A ação dos bancos centrais foi efetuada depois que o banco francês BNP Paribas anunciou na quinta-feira (9) que uma de suas divisões --BNP Paribas Investment Partners-- congelou cerca de 2 bilhões de euros em fundos, citando as preocupações sobre o setor de crédito "subprime" (de maior risco) nos EUA.

Segundo o banco, os três fundos tiveram suas negociações suspensas por não ser possível avaliá-los com precisão, devido aos problemas no mercado de crédito 'subprime' nos EUA. 'A completa evaporação de liquidez em certos segmentos do mercado de securitização tornou impossível avaliar certos ativos apesar de sua qualidade ou de sua classificação de risco', informou o BNP, em um comunicado.

A inadimplência nos créditos no segmento "subprime" --principalmente no caso do mercado de hipotecas-- vem registrando aumentos nos últimos meses nos EUA, o que causou um abalo nos mercados financeiros no mundo todo. A preocupação atual é que o efeito da incerteza causada por esse segmento do mercado de crédito atinja outros setores da economia.

Na semana passada, a empresa de hipotecas American Home Mortgage (AHM), uma das 10 maiores empresa do setor de crédito imobiliário e hipotecas dos EUA, pediu concordata --o que mais causou preocupação foi o fato de que American Home Mortgage não ter participação significativa no segmento "subprime".

Comentário: (clique sobre os textos em destaque par a mais informações)

A economia mundial nunca foi tão frágil como nos nossos dias. Países como Japão e EUA, tradicionalmente considerados fortes economicamente, sentiram um abalo na semana passada que levou até os mais céticos a temerem algo parecido com o crack da Bolsa de Valores americana de 1929.

A economia mundial definitivamente não passa por um bom período: a globalização, que sempre foi defendida por todos os líderes mundiais, na verdade ligou as economias mundiais de modo que uma é totalmente dependente da outra. Se uma entra em crise, o reflexo é imediatamente sentido em todas as outras economias.

A economia em crise é um sinal muito forte de que, em um futuro próximo, o anticristo consolidará a economia mundial através da marca da besta e haverá, durante a Tribulação, a ascensão da Babilônia político-econômica descrita em Apocalipse 18, a qual será destruída por Deus no espaço de uma hora somente.

Estude mais sobre o fator da economia em crise como sinal do final dos tempos, clicando aqui.

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