Notícia do jornal "Folha de São Paulo" de 24 de agosto de 2007

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u322752.shtml

Sudeste asiático planeja mercado comum para 2015

 

MANILA, Filipinas - Os ministros de Finanças da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) se reuniram nesta sexta-feira em Manila para concluir o projeto de integração econômica que busca a criação de um mercado comum de âmbito regional em 2015.

"Chegou o momento de colocar em prática o projeto", afirmou Peter Favila, secretário de Comércio filipino e anfitrião do encontro.

A princípio, a Asean tinha como objetivo criar um mercado comum em 2020, embora, após a crise financeira de dez anos atrás, tenha decidido antecipá-lo para 2015 nos seis países mais avançados do grupo --Brunei, Filipinas, Indonésia, Malásia, Tailândia e Cingapura. Camboja, Laos, Mianmar e Vietnã, que são as economias atrasadas, se unirão em 2020.

No entanto, o processo de integração regional, que inclui uma gradual queda das tarifas, é freqüentemente obstruído pelas medidas protecionistas que os países-membros aplicam a certos produtos que consideram "sensíveis" para sua economia.

Durante os três dias de consultas, a portas fechadas, os dez ministros analisarão também a proposta de paralisar o plano inicial da Asean de ampliar o número de acordos bilaterais de livre-comércio.

Favila afirmou em entrevista coletiva que a Asean, atualmente envolvida em negociações com a União Européia, nota a carência de recursos humanos e materiais para negociar novos tratados de livre-comércio.

Além do pacto com a União Européia, a Asean negocia outros acordos similares com China, Austrália, e Japão, enquanto tenta desbloquear o processo de assinatura de um tratado de livre-comércio com a Índia, segundo explicou Ong Keg Yong, secretário-geral do grupo regional.

Segundo um relatório publicado na quinta-feira, as economias da Asean receberam em 2007 um investimento direto estrangeiro no valor de US$ 52,4 bilhões.

O valor do investimento estrangeiro realizado no ano passado nos dez países da Asean foi 28% maior que em 2005, quando totalizou US$ 41 bilhões.

Comentário: (clique sobre os textos em destaque par a mais informações)

Percebam que as constantes crises econômicas mundias, na realidade, impulsionam aos líderes a tomarem decisões no sentido de fortalecer suas economias. Percebam que as conclusões que os líderes mundias chegam são as de unirem suas economias em blocos únicos. Foi assim com o Euro, está ainda em tramitação a ALCA, nas Américas e agora a Ásia se movimenta no mesmo sentido.

Os eventos estão caminhando em direção a um governo único, onde centralizações política e econômica serão imprescindíveis para a sobrevivência da economia mundial. Exatamente será essa a estratégia do anticristo, que consolidará a economia mundial através da marca da besta. O clímax dessa centralização do controle político-econômico nas mãos do anticristo ocorrerá na segunda metade da Tribulação. Será a ascensão da Babilônia político-econômica descrita em Apocalipse 18, a qual será destruída por Deus no espaço de uma hora somente.

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