Notícia do jornal "O Estado de São Paulo" de 16 de janeiro de 2008

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco110144,0.htm

Ações da Ásia têm forte queda por medo de recessão nos EUA

HONG KONG - As bolsas asiáticas despencaram nesta quarta-feira, com a bolsa de Tóquio fechando no pior patamar em 26 meses, depois que o Citigroup anunciou prejuízo recorde e que as vendas no varejo nos Estados Unidos reforçaram o perigo de recessão no país.

Na Ásia os investidores desfizeram posições em empresas exportadoras, como Honda Motor e Sony Corp, em decorrência do medo de uma recessão nos Estados Unidos e de um dólar mais fraco.

O índice japonês Nikkei fechou em queda de 3,35 por cento, a 13.504 pontos.

O tumulto no mercado imobiliário norte-americano e a crise global de crédito têm derrubado os mercados nos últimos meses, mas as notícias de que o Citigroup e o Merrill Lynch levantaram mais 20 bilhões de dólares com investidores semearam os receios de que mais notícias ruins podem ser dadas por financeiras.

"A grande questão que a Ásia terá nos próximos seis meses é que as expectativas de lucros estão muito altas... A conclusão é que os mercados em geral, principalmente nos principais países e mercados, vão enfrentar muita pressão", disse Tim Rocks, estrategista da Macquarie Securities.

O índice MSCI da Ásia Pacífico exceto Japão perdia 3,8 por cento, operando no patamar mais baixo desde 18 de setembro de 2007.

A bolsa australiana teve o oitavo pregão em baixa, na maior sequência de baixas desde outubro de 2000. O índice S&P/ASX 200 recuou 2,5 por cento, a 5.809 pontos. A bolsa de Coréia do Sul fechou em queda de 2,4 por cento, a 1.704 pontos, seu pior patamar em cinco meses.

Em Hong Kong, a bolsa perdeu fortes 5,37 por cento, a 24.450 pontos.

Comentário: (clique sobre os textos em destaque par a mais informações)

Basta uma oscilação em uma das bolsas de valores mundiais e todas as outras acompanham a mesma oscilação. Esse é um claríssimo exemplo de que as economias mundiais hoje estão solidamente interligadas. Apesar de usarmos o termo "solidamente", na realidade o fato revela uma fragilidade da economia mundial.

Tais fatos favorecem o direcionamento das economias à uma única economia, como opção de sobrevivência com uma visão falsa de prosperidade. Essa será a estratégia do anticristo, que consolidará a economia mundial através da marca da besta. A marca, além de ser o símbolo da lealdade ao anticristo por parte de todos que a recebem, será também a garantia de comércio durante seu governo. Claro que nem precisamos mencionar que a intenção do anticristo será controlar com mão de ferro a economia mundial.

O clímax dessa centralização do controle político-econômico nas mãos do anticristo ocorrerá na segunda metade da Tribulação. Será a ascensão da Babilônia político-econômica descrita em Apocalipse 18, a qual será destruída por Deus no espaço de uma hora somente.

Estude mais sobre o fator da economia em crise como sinal do final dos tempos, clicando aqui.

Estude os sinais do fim dos tempos clicando aqui.

Notícias anteriores relacionadas ao mesmo tema:

24/08/2007 - Sudeste asiático planeja mercado comum para 2015

13/08/2007 - Banco do Japão injeta US$ 5 bilhões no mercado

26/04/2007 - Criação de moeda única não ocorre 'da noite para o dia'

29/11/2006 - Encontro entre Lula e Khadafi é cancelado

07/11/2006 - Projeto de lei no Senado prevê controle da Web brasileira

31/10/2005 - ONU exige que EUA deixem controle da internet

26/10/2005 - EUA lutam para manter o controle sobre os domínios da web

01/10/2005 - EUA rejeitam deixar controle da internet para ONU

14/09/2005 - ONU sedia a maior cúpula mundial de todos os tempos

29/07/2005 - G-4 aguarda aval africano à proposta de reforma na ONU

11/07/2005 - ONU discute a expansão do Conselho de Segurança

04/06/2005 - Países neutros mediarão reforma no Conselho de Segurança

02/06/2005 - China declara "perigosa" ampliação do Conselho da ONU

Últimas Notícias