Notícia do jornal "Folha de São Paulo" de 10 de março de 2008

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u380378.shtml

Petróleo atinge US$ 107 e marca novo recorde em NY

O preço do barril do petróleo chegou a US$ 107 em Nova York nesta segunda-feira. A queda do dólar frente ao euro e a outras moedas segue pressionando a cotação da commodity, com o reforço da inflação --sobretudo a alta dos preços da gasolina nos Estados Unidos.

Às 12h01 (horário de Brasília), na Nymex (Bolsa Mercantil de Nova York, na sigla em inglês), o barril do petróleo cru para entrega em abril era cotado a US$ 106,74 (avanço de US$ 1,59 sobre o fechamento de sexta-feira), após cravar os US$ 107.

Os preços da gasolina ao consumidor ajudam a pressionar a commodity após subirem 0,7% nesta segunda-feira, para US$ 3,222 o galão, próximo do recorde de US$ 3,227 e US$ 0,69 acima da cotação de um ano atrás.

Já na semana passada, o preço do petróleo subiu mais de US$ 3, puxado pela redução das reservas americanas da commodity, pela decisão da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) em manter a produção atual, pela queda da cotação do dólar ante outras moedas e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e na América do Sul.

Na sexta-feira, porém, os investidores recuaram diante da forte queda no volume de empregos nos Estados Unidos. A economia americana perdeu 63 mil postos de trabalho em fevereiro, o maior índice em cinco anos. O dado fez o mercado voltar a temer pela desaceleração da economia americana, o que resultaria na queda da demanda pela commodity.

Mas o presidente da Opep, Chakib Khelil, disse nesta segunda-feira que a especulação e as tensões políticas devem manter os preços em três dígitos ao longo deste ano. Alguns analistas afirmam, inclusive, que o preço vai continuar subindo, com possibilidade de atingir os US$ 110, mas com variações abaixo dos US$ 100 também.

A Casa Branca anunciou nesta segunda-feira que o vice-presidente dos Estados Unidos, Dick Cheney, pedirá na próxima semana à Arábia Saudita, membro-chave da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), que pressione o cartel para que faça um esforço para conter a "alta incontrolável" do preço do petróleo.

Comentário: (clique sobre os textos em destaque par a mais informações)

Sem dúvida, é a maior crise financeira relacionada ao petróleo ao longo da história. Nunca o combustível tornou-se tão caro e tão escasso, o que despertou a corrida energética mundial para se encontrar combustíveis alternativos. Aliado à desvalorização do dólar frente ao euro, o petróleo faz com que bolsas de valores no mundo todo oscilem e causem climas de tensão nos mercados financeiros.

Tais fatos favorecem o direcionamento das economias à uma única economia, como opção de sobrevivência com uma visão falsa de prosperidade. Essa será a estratégia do anticristo, que consolidará a economia mundial através da marca da besta. A marca, além de ser o símbolo da lealdade ao anticristo por parte de todos que a recebem, será também a garantia de comércio durante seu governo. Claro que nem precisamos mencionar que a intenção do anticristo será controlar com mão de ferro a economia mundial.

O clímax dessa centralização do controle político-econômico nas mãos do anticristo ocorrerá na segunda metade da Tribulação. Será a ascensão da Babilônia político-econômica descrita em Apocalipse 18, a qual será destruída por Deus no espaço de uma hora somente.

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