Notícia do jornal "O Estado de São Paulo" de 25 de setembro de 2008

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco247556,0.htm

Bush diz que economia toda está em perigo e chama candidatos

Presidente dos EUA fez pronunciamento nesta quarta-feira sobre pacote de US$ 700 bi para o sistema financeiro 

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse em pronunciamento na noite desta quarta-feira, 24, que "toda a economia está em perigo" com a crise financeira que vem assolando os mercados do mundo inteiro nas últimas semanas. Ele fez o pronunciamento buscando convencer os congressistas americanos a aprovarem o pacote que prevê US$ 700 bilhões para salvar o sistema financeiro.

O presidente também confirmou o convite feito aos candidatos à presidência dos EUA Barack Obama, do Partido Democrata, e John McCain, do Partido Republicano, para um encontro na Casa Branca na quinta-feira, 25, para discutir a crise financeira com congressistas dos dois partidos. 

Segundo Bush, a crise pode atingir não apenas as grandes instituições financeiras, mas também os pequenos negociantes, e por isso o pacote seria necessário.

"Nós estamos no meio de uma séria crise financeira", disse Bush. "O mercado não está funcionando de maneira apropriada. Há uma grande perda de confiança", disse. "A américa poderia cair em uma grande recessão".

"Eu propus que o governo reduzisse o risco gerado pelas falências e suprisse urgentemente o dinheiro necessário para que bancos e outras instituições financeiras pudessem evitar o colapso e retomassem os empréstimos", disse. Bush reiterou que o pacote não servirá para "salvar companhias individuais, mas para proteger toda a economia dos EUA".

O presidente dos EUA afirmou que normalmente não concordaria com uma intervenção do Estado na economia, mas que desta vez o país " não está em circunstâncias normais, o mercado não está funcionando adequadamente". "Não temos outra opção a não ser intervir", afirmou.

Se o pacote do governo não for apovado, disse o presidente americano no discurso, "mais bancos podem quebrar, bolsas irão cair ainda mais, faltará crédito para consumidores e muitos americanos poderão perder seus empregos".

Comentário: (clique sobre os textos em destaque par a mais informações)

O mundo passou por um grande susto nestes dias. Desta vez, a quebra do Lehman Brothers e a vulnerabilidade da AIG seguros provocou desconfiança e temor nas bolsas mundiais. Já há analistas comparando a crise americana atual à Grande Depressão de 1929. E desta vez, sem exageros na comparação. A impressão que se passa é que os EUA estão apostando tudo neste pacote de 700 bi de injeção na economia, mas a incerteza da eficiência desta medida é muito grande.

Há dez anos, era impossível de se pensar que o dólar poderia perder o status de moeda mais forte do planeta. Hoje é realidade. A economia americana tornou-se tão vulnerável como qualquer outra.

No entanto, a economia mundial em crise é um dos sinais do final dos tempos, o qual se chegará a um clímax quando o anticristo implantar a marca da besta, consolidando e controlando a economia mundial.

Hoje, a economia já trabalha com base em blocos únicos. Um exemplo é este próprio reflexo das bolsas mundiais à mudanças na economia americana. Portanto, as economias nacionais estão literalmente operando interligadas.

Portanto é tempo de vigiarmos pois tais indícios mostram que a Volta de Jesus não está longe de ocorrer, embora não saibamos nem o dia e nem a hora (Mateus 24:36). Somente Deus Pai o sabe.

Estude mais sobre o fator da economia em crise como sinal do final dos tempos, clicando aqui.

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