Notícia do portal "Globo.com" de 18 de novembro de 2012

Primeiro-ministro de Israel diz estar preparado para aumentar ofensiva

Netanyahu disse que país está cobrando 'preço alto' do Hamas. Ele não comentou sobre possível ofensiva terrestre sobre Gaza.

O primeiro-ministro de Israel, Biniyamin Netanyahu, afirmou neste domingo que o Exército israelense está pronto para "expandir significativamente" suas operações em Gaza, elevando os rumores sobre uma possível invasão terrestre iminente do território palestino.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo (18) que o país está preparado para aumentar significativamente sua ofensiva sobre Gaza. A marinha israelense bombardeou alvos no litoral de Gaza neste domingo, quinto dia de confrontos na região.

“Estamos cobrando um preço alto do Hamas e das organizações terroristas, e as Forças de Defesa israelenses estão preparadas para uma siginificante expansão da operação”, disse Netanyahu no início do conselho de ministros. "Os soldados estão preparados para qualquer atividade que possa ser levada adiante."

O primeiro-ministro fez seus comentários enquanto milhares de soldados e equipamentos militares se concentram junto à fronteira com Gaza, o que alimenta a hipótese de que Israel inicie uma operação terrestre após cinco dias de ataques aéreos. Netanyahu, entretanto, não deu detalhes sobre a operação nem comentou sobre a possibilidade de uma ofensiva terrestre.

Por outro lado, o porta-voz militar do Hamas, Abu Ubaida, foi desafiador ao falar em uma coletiva de imprensa em Gaza. "Esta rodada de confrontos não será a última contra o inimigo sionista e está apenas começando".

Também neste domingo, o Ministério da Defesa de Israel abriu a passagem de Kerem Shalom, na fronteira com Gaza e Egito, para permitir o abastecimento de produtos básicos e remédios à faixa palestina pela primeira vez desde o começo da operação.

A passagem, principal via de abastecimento a Gaza e pela qual diariamente cruzavam entre 350 e 400 caminhões, foi fechada pouco depois que Israel iniciou na quarta a ofensiva.

Nos últimos dois dias se informou de uma escassez de remédios e equipamentos médicos nos centros hospitalares de Gaza devido ao alto número de feridos, que hoje se aproximavam dos 500, como consequência dos bombardeios israelenses.

Domingo - Pelo menos três crianças morreram nos ataques deste domingo, e três jornalistas – que estavam em um prédio onde ficam as sedes de vários veículos de informação – se feriram, de acordo com a agência de notícias "Maan. Com isso, aumenta para 50 o número de mortos desde que Israel iniciou a operação "Pilar Defensivo" na quarta-feira passada (14).

Entre as vítimas estão Tamer al Hamri, dirigente da Jihad Islâmica, Samahar Qidih, morador de Khan Yunes de 30 anos e Ali Bin Said, de 25, e Muhammad Aydat, mortos em Juhor Al Dik, no centro da faixa.

Os outros mortos são três crianças palestinas, entre um e três anos. “Um menino de 18 meses perdeu a vida e seus dois irmãos de 4 e 5 anos ficaram gravemente feridos em um ataque israelense no centro da Faixa de Gaza”, declarou Adham Abu Salmiya, porta-voz dos serviços médicos de emergência do Hamas.

Durante a noite, duas crianças de um e três anos também morreram nos bombardeios israelenses em Beit Hanun e Beit Lahiya, no norte do enclave palestino, informaram fontes médicas.

O Estado judaico declarou que sua meta é acabar com os arsenais de Gaza e pressionar o Hamas a parar os lançamentos de foguetes para dentro de seu território, que há anos têm afetado cidades fronteiriças israelenses e agora apresentam maior alcance, colocando Tel Aviv e Jerusalém como alvos.

Incursões aéreas continuaram e adentraram o domingo, ao passo que navios de guerra bombardeavam do mar. Dois prédios da imprensa em Gaza foram atingidos, segundo testemunhas, ferindo seis jornalistas e danificando instalações da Al-Aqsa TV, do Hamas, e da britânica Sky News.

Um funcionário da televisão libanesa Quds perdeu a perna no ataque, disseram médicos.

A rede pública de televisão russa Russia Today anunciou neste domingo que seu escritório em Gaza foi destruído durante a noite por um ataque israelense, que não deixou feridos entre seus funcionários.

Uma porta-voz militar israelense disse que o ataque buscava neutralizar uma antena de trasmissão externa "usada pelo Hamas para realizar atividade terrorista". Organizações internacionais de mídia exigiram mais esclarecimentos.

Por volta das 2h (horário local, 22h de Brasília) era possível ouvir da Cidade de Gaza dezenas de bombardeios vindos do mar. As explosões eram seguidas de barulhos de impactos na terra.

Em áreas de casas próximas à praia podiam ser observadas colunas de fumaça.

"A Marinha atacou alvos do Hamas no centro e norte de Gaza", confirmou um porta-voz militar israelense, e acrescentando que os ataques na região são contínuos.

Resposta palestina - Como resposta, os palestinos dispararam uma dezena de foguetes contra o sul de Israel, a maioria dos quais caíram em zonas desabitadas. Dois deles tiveram como destino Tel Aviv e foram interceptados pelo sistema defensivo Cúpula de Ferro.

Militantes do Hamas, grupo que governa Gaza, disseram ter lançando dois foguetes Fajr-5, projetados no Irã, contra capital comercial de Israel, que tem sofrido diversos ataques deste tipo desde que os confrontos com o território palestino começaram.

Desde a madrugada deste domingo foram atingidas por foguetes as comarcas e localidades de Shaar Hanegev, Sdot Hanegev, Eshkol, Hof Ahskelon e Ashkelon, onde um dos projéteis causou graves danos a um prédio de quatro andares e deixou vários levemente feridos. Outros dois foguetes que se dirigiam a esta cidade, situada a cerca de nove quilômetros de Gaza, foram interceptados pelo sistema defensivo Cúpula de Ferro um minuto após soarem os alarmes na cidade.

O "Canal 10", que transmitiu ao vivo a intercepção, informou que outro foguete foi disparado ao mesmo tempo contra a cidade de Rishon Letzion, dez quilômetros ao sudeste de Tel Aviv, mas não pôde confirmar o impacto.

Em comunicado em Gaza, o braço armado do Hamas se responsabilizou pelo ataque contra Tel Aviv.

Minutos depois soaram também as sirenes na cidade de Ashkelon, a nove quilômetros de Gaza, onde duas explosões foram escutadas.

Sede do Hamas é atacada - No quarto dia de ofensiva entre israelenses e palestinos, dezenas de alvos na Faixa de Gaza foram atacados, incluindo prédios do governo do Hamas. Também neste sábado (17), o sistema de defesa israelense interceptou um foguete disparado contra Tel Aviv.

Também foram atingidos o quartel-general da polícia do Hamas, a Universidade Islâmica e o estádio "Palestina", o principal centro esportivo de Gaza. Segundo o Exército israelense, 200 alvos em Gaza foram atingidos, incluindo 120 lançadores de foguetes e 20 túneis.

Segundo balanço do exército de Israel, mais de 380 foguetes de Gaza caíram em território israelense e outros 230 foram interceptados pelo sistema antimísseis Cúpula de Ferro desde quarta.

Liga Árabe - A Liga Árabe anunciou neste sábado, após reunião extraordinária realizada no Egito, que enviará uma delegação ministerial em um ou dois dia a Gaza em sinal de solidariedade. O secretário-geral da Liga Árabe, Nabil al Arabi, afirmou que a viagem ocorrerá neste domingo (18) ou na segunda-feira (19) e será liderada por ele.

Na declaração divulgada após o encontro, os ministros condenaram o que eles denominam “agressão” israelense e deram seu apoio aos esforços do governo do Egito para assegurar uma trégua que poderia pôr fim à ofensiva de Israel em Gaza.

Os ministros expressaram sua "indignação total com o fracasso do Conselho de Segurança da ONU" em deter os ataques isaelenses e exigiram que os responsáveis pela ofensiva sejam castigados.

Já para o governo dos Estados Unidos, os disparos de foguetes a partir de Gaza são o fator desencadeador deste conflito, e Israel tem o direito de se defender e de decidir a tática a se utilizada.

Egito vê indício de cessar-fogo em breve - O presidente egípcio, Mohamed Mursi, declarou que seu governo estava em contato com Israel e com os palestinos e avaliou que uma trégua pode ser concluída rapidamente no conflito em Gaza. "Há algumas indicações sobre a possibilidade de um cessar-fogo em breve", declarou o presidente egípcio durante uma entrevista coletiva à imprensa ao lado do primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, acrescentando, entretanto, que ainda não há "garantias".

Em meio ao recrudescimento dos enfrentamentos entre o Exército israelense e militantes em Gaza, Israel colocou 75 mil reservistas em alerta para uma possível ação militar, além dos 16 mil que havia convocado recentemente.

A medida reforça os temores de que seja iminente uma ação terrestre contra o território palestino.

'Até o fim' - O ministro das Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman, afirmou neste sábado que se o Exército de seu país invadir Gaza deve ser para "ir até o final".

"Estamos preparados para uma operação terrestre em grande escala, se for necessária, mas vale destacar que se o Exército entrar em Gaza não pode parar na metade, tem que ir até o final", declarou em um fórum cultural na cidade de Kiryat Motskin, perto de Haifa, no norte de Israel.

O chefe da diplomacia israelense lamentou que na última invasão de Gaza, há quatro anos, Israel tenha pagado "um alto preço em termos de opinião mundial" pela morte de 1,4 mil palestinos, em sua maioria civis, e "no entanto não alcançou seu objetivo".

Lieberman considerou que a atual operação iniciada na quarta-feira passada e na qual morreram até agora 43 palestinos, um terço deles civis, não é uma "guerra total", mas tem "objetivos específicos".

Segundo ele, trata-se de devolver a calma à área de Israel que é constante alvo de foguetes lançados de Gaza; restaurar a capacidade de dissuasão de Israel e destruir o arsenal de foguetes de longo alcance das milícias palestinas.

"A única forma de viver aqui em paz e segurança é criar uma autêntica dissuasão por meio de uma resposta contundente, de modo que não voltem a colocar-nos a toda prova", disse. O ministro, à frente do partido ultranacionalista Yisrael Beiteinu, apoia a derrocada do Executivo do Hamas em Gaza.

Comentário: (clique sobre os textos em destaque para mais informações)

As notícias falam por si. Entretanto, gostaríamos de enfatizar (e até repetir) alguns pontos a respeito do Oriente Médio, até para que saibamos qual é o real papel do cristão nesse conflito:

  • Como cristãos, refutamos toda morte (seja de palestino, seja de israelense). Em um conflito como este, não há vencedores.
  • O Hamas é um grupo terrorista (não apenas um partido político), que veio violando várias vezes o acordo de cessar-fogo que havia feito com Israel, lançando mísseis em direção a cidades israelenses, mesmo antes da data do fim do acordo de cessar-fogo
  • JAMAIS devemos generalizar que todo palestino seria membro do Hamas ou terrorista, como muitas vezes a cultura ocidental impõe e a imprensa coloca. A ofensiva de Israel é contra a liderança do Hamas, não contra os palestinos
  • O governo israelense já havia alertado o Hamas para respeitar o acordo a trégua, senão Israel tomaria as providências para proteger o seu território. Qualquer outro país faria a mesma coisa diante desta situação para proteger os seus cidadãos, depois de violação de um acordo diplomático formal de cessar-fogo

Como cristãos, é importante termos em mente que o Estado de Israel foi uma promessa do Senhor, que a cumpriu conforme Ezequiel 37, mesmo que o Hamas nunca aceite a existência da nação israelense. O povo judeu continua sendo o povo da aliança de Deus e nós somos enxertados na mesma aliança conforme Romanos 11. Outra coisa: tanto o povo judeu como o povo árabe tem o mesmo pai: Abraão. Por isso, Deus faz a promessa da reconciliação entre árabes e judeus, conforme Isaías 19:19-25 (leia o final deste comentário).

Portanto, o nosso papel como cristão é realmente reconhecer que Israel é a nação da promessa do Senhor, que deve ser defendida e que toda nação que se alinhar contra Israel, estará na realidade alinhando-se ao sistema do anticristo num futuro próximo. Porém, não é o papel do cristão "ser a favor dos judeus e contra os árabes", mas deve ser o de interceder pela reconciliação entre os povos. Devemos sim, ser contra as mortes, os conflitos (sempre injustos) na região, e o flagelo que está ocorrendo com a população palestina e israelense inocente da Faixa de Gaza, que sofre consequências das ofensivas entre Israel e o Hamas.

Também, do ponto de vista da profecia bíblica, surgirá em breve um anticristo que conseguirá um falso acordo de paz com Israel, por sete anos, iniciando o período de Tribulação. Percebam que nenhum líder atual consegue tal "façanha" de conseguir o acordo de paz.

Clique aqui e aprenda mais sobre este sinal do fim dos tempos. 

Continuem intercedendo pela paz em Jerusalém, pela reconciliação entre árabes e judeus. Se você quiser entender melhor o conflito sobre o Oriente Médio tanto do ponto de vista histórico, como do ponto de vista da guerra espiritual, recomendamos os seguintes livros:

  • Ore pela Paz de Jerusalém (Autor: Tom Hess)
  • O Atlas do Oriente Médio (Autor: Dan Smith)

Como cristãos, não podemos permanecer alheios à situação, mas sim temos que entender a mecânica dos acontecimentos no Oriente Médio. Muitos ficam invariavelmente do lado dos judeus, outros dos palestinos nesta hora. Na realidade, a questão é bem mais profunda do que isto.

Uma observação importante: orar pela paz em Jerusalém não significa ser a favor ddos judeus e contra os árabes, como muitos deduzem e acabam, por fim, discriminando os árabes. Nossa luta não é contra as pessoas (Efésios 6:12). Lembrem-se que Ismael e Isaque pertencem à mesma semente de Abraão. E Deus promete reconciliar os povos novamente no final dos tempos, durante o Reino Milenar de Cristo, conforme Isaías 19:19-25:

"Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira. E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito, porque ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará. E o Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão ao Senhor naquele dia, e o adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão. E ferirá o Senhor ao Egito, ferirá e o curará; e converter-se-ão ao Senhor, e mover-se-á às suas orações, e os curará; 23 Naquele dia haverá estrada do Egito até à Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria; e os egípcios servirão com os assírios. Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra. Porque o Senhor dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança."

Vocês podem até pensar: "Mas se Deus já vai fazer isso mesmo, porque preciso orar pela paz de Jerusalém?". A resposta é que a intercessão muda a história, e a intercessão nesse sentido poderá muito bem acelerar a volta de Cristo e o cumprimento dessa profecia de reconciliação entre árabes e judeus! Houve muita intercessão (desde 1814) antes de se fundar o Estado de Israel em 1948- o processo foi acelerado - o Estado de Israel é uma realidade! E será assim também se intercedermos pelo Oriente Médio, porque Deus nunca muda e Ele cumpre Sua Palavra!

Estude os sinais do tempo do fim, clicando aqui.

A Paz do Senhor a Todos!

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